sábado, 25 de janeiro de 2020

Lição 4 - Os atributos do ser humano

Tempo de aula
Introdução: 5 min
Desenvolvimento: 40 min
Conclusão: 5 min

OBJETIVOS 
Explicar a espiritualidade humana;
Radiografar a racionalidade humana;
Expor a sociabilidade humana;
Aclarar a liberdade humana;
Pontuar o trabalho e a criatividade humana.

INTRODUÇÃO
- Estudaremos os principais atributos do ser humano: espiritualidade, racionalidade, sociabilidade, liberdade e criatividade. 

- Devemos usar nossos atributos para glorificar a Deus. 

- Portemo-nos de tal forma, para que O Senhor Deus seja exaltado, através de nossas qualidades espirituais, psicológicas e físicas. 

I – A ESPIRITUALIDADE HUMANA – 1º objetivo

1. A origem divina de nosso espírito.
- Após formar Adão do pó da terra, o Senhor Deus soprou-lhe nas narinas o fôlego de vida (Gn 2.7). A partir daquele momento, o homem passou a ser alma vivente.

O espírito do homem dá vida à alma que se expressa através do corpo. Pg 108 
Espírito+Corpo=Alma vivente 

2. O anseio natural do espírito humano. 
- Sendo proveniente de Deus, o espírito humano anseia pelo Pai Celeste. 
Ex. 
Davi (Sl 42) – busca direta pelo Deus
Filósofos de Atenas. (At 17. 21-22) – uma busca pela Divindade 

Aplicação
- Infelizmente, não são poucos os que devido a uma vida ímpia e blasfema, sufocam o seu anseio pelo Criador  

3. A revivificação do espírito humano.
- Através de sua morte redentora, Jesus Cristo vivifica o homem (Jo 3.5,6) que jaz morto espiritualmente (Ef 2.1; Cl 2.13). Só Ele é a ressurreição e a vida (Jo 11.25). 

- É através do espírito que o homem se relaciona com Deus (Pv 20.27, Rm 8.16) e passa a conhecer os mistérios de Deus (Jó 32.8, 1 Co 2.11-15, Jo 14.26) e se tornar morada do Espírito Santo de Deus (Jo 14.23).

II – A RACIONALIDADE HUMANA – 2º objetivo

O que é a razão?
Razão: [ lat. ratione.] 1. Faculdade avaliar, julgar, ponderar ideias universais; raciocínio, juizo. 2. Faculdade de estabelecer relações lógicas, de raciocinar, recíocinio, inteligência. 3. Bom-senso; prudência. 

1. Deus é um ser racional. 
- Certa vez, o Senhor desafiou o povo de Judá, que caíra na apostasia, a argumentar acerca do verdadeiro caminho (Is 1.18-20). 

Aplicação
- Portanto, Ele requer de seus servos uma postura racional, porquanto dotou-nos de razão. Não temos uma natureza animal e bruta, mas racional e inteligente (Sl 32.9).

2. A harmonia entre racionalidade e espiritualidade. 
- A verdadeira espiritualidade (Cl 1.9) manifesta-se de maneira racional (At 17.11, Jo 20.25,28; 2 Pe 2.18;) pois o nosso Deus é um ser racional (Teocracia do A.T/Jesus com as parábolas).  

- Na prática: Não há conflito porque o Espírito Santo se comunica com o nosso espírito (Rm 8.15-16)

Razão: Observar e obedecer a Palavra de Deus, em todos os sentidos da vida
Espiritualidade: Ter fé pra ser alcançado pelas bênçãos prometidas da Palavra em razão da obediência. 

“A Palavra de Deus não pode ser interpretada apenas com a razão, mas, fé e razão”

3. O culto racional agrada a Deus.
- Posto que Deus é um ser racional, devemos cultuá-lo racionalmente (Rm 12.1; 1 Pe 2.2). 

- A nossa adoração a Deus tem de ser perfeitamente entendida, explicada e praticada (Êx 12.26; 1 Pe 3.15). Doutra forma, não terá valor algum (Jo 4.22). Aliás, o culto cristão é o mais racional de todos, apesar de parecer, para os incrédulos, escândalo e loucura (1 Co 1.18,24).

Se o culto deve ser também racional. Logo, devo comparar o meu comportamento e vida cristã à luz da palavra de Deus, examinar a mim mesmo (1 Co 11.28; 2 Co 13.5), obedecer a Palavra de Deus independente das circunstâncias, isso quer dizer que não devemos viver para agradar aos homens e sim a Deus (Cl 3.22). 

Mas o culto racional não deve ser confundido com "racionalismo" ou seja, o culto racional envolver RAZÃO e FÉ. 

O apóstolo Paulo, bem instruiu os irmãos em Corinto, sobre este assunto (I Co 14.14,15,20). 

Quando prestamos o culto racional?
– Quando adoramos em espírito (fé) e em verdade (razão). (Jo 4.23).
– Quando amamos com o coração (sentimentos) e entendimento (intelecto). (Mc 12.30).
– Quando servimos com a alma (emoções) e com força (atitudes). (Mc 12.30).
– Quando buscamos o poder (sobrenatural) e o conhecimento (escrituras). (Mt 22.29).
– Quando crescemos na graça (unção) e no conhecimento (sabedoria). (II Pe 3.18).

O cristão não deve ser apenas emocional, ou apenas fé, devemos ser apegados ao conhecimento da Palavra de Deus, examinar os fatos à luz das Escrituras (Jo 5.39; At 17.11), buscar crescer no conhecimento (2 Pe 3.18) examinar tudo e reter o que é bom (1 Tss 5.21). 

"Só o culto racional produz verdadeira transformação de mente". 

III – A SOCIABILIDADE HUMANA – 3º objetivo

1. A solidão é nociva ao ser humano.
- No período da criação, a única coisa que Deus afirmou não ser boa foi a solidão (Gn 2.18). 

- Por esse motivo, Deus fez a mulher para que o homem tivesse uma companhia idônea e sábia (Gn 2.21-25). 

Aplicação
- Somente os que se insurgem/eremita contra a verdadeira sabedoria buscam viver isolada e solitariamente (Pv 18.1). 

Insurgente. É um termo utilizado para adjetivar alguém que se revolta contra algo, considerado um rebelde.

2. A família é a origem da sociedade humana. 
- A família é mais importante que a sociedade e mais imprescindível que o Estado, pois ambos dependem do lar doméstico. 

Aplicação 
- Devemos ficar atento aos projetos de Leis que prejudicam ou que modifiquem o plano de Deus para a família. 

3. A Igreja de Cristo, a sociedade perfeita. 
- No Novo Testamento, a Igreja de Cristo é apresentada como a sociedade perfeita, porque nela todos formamos um único corpo (1 Co 12.13).

- União, impensável em termos sociológicos, culturais, políticos, além da união entre pessoas antes inimigas (Gl 3.28, Ef 2.14; 3.1-12).


IV – A LIBERDADE HUMANA – 4º objetivo

1. O livre-arbítrio
O livre-arbítrio pode ser definido como a capacidade humana de tomar livremente uma decisão. 

- Tal atributo é observado em diversas passagens das Escrituras (Gn 13.9; Js 24.15; Hb 4.7).

2. O ato de decidir. 
Segundo a Bíblia, o ato de decidir entre o bem e o mal, entre Deus e os ídolos e entre aceitar Jesus e recusá-lo, é um direito que o Todo-Poderoso nos concedeu (Gn 2.9; 1Rs 18.21; Mc 16.15,16). 

3. A soberania divina. 
- Já que Deus concedeu-nos o direito de escolha, ajamos com responsabilidade e discernimento, porque todos seremos responsabilizados por nossas escolhas (Ec 11.9; Rm 14.12). 

- Portanto, o livre-arbítrio humano e a soberania divina não são excludentes; são perfeitamente harmônicos.

Para os temas: Livre - arbítrio e soberania divina - indico o livro: Eleitos, mas livres. Escritor: Norman Geisler

V – A “CRIATIVIDADE” HUMANA E O TRABALHO – 5º objetivo

1. A dignidade do trabalho. 
Deus criou o homem para trabalhar a terra, ará-la e transformá-la, a fim de torná-la habitável (Gn 1.26; 2.15). Por conseguinte, o trabalho não é um castigo devido ao pecado de Adão, mas uma bênção a todos os seus descendentes. A queda apenas tornou as atividades laborais mais árduas e estressantes (Gn 3.17-19).

2. A criatividade humana. 
Os descendentes de Adão, trabalhando metodicamente, desenvolveram em pouco tempo as mais variadas técnicas (Gn 4.2,3,20-22). Rapidamente, evoluíram. Na terceira geração, já dominavam a agricultura, a pecuária, a metalurgia e a arte musical.

A partir da torre de Babel, o homem já dava mostras de ter condições de dominar todo o planeta, em virtude de sua criatividade (Gn 11.6). Todavia, jamais poderemos ultrapassar os limites que o Senhor nos estabeleceu.

CONCLUSÃO
Em seu discurso em Atenas, Paulo reconhece todos os atributos que o Criador concedeu ao ser humano. Apesar da queda, a humanidade vem evoluindo continuamente. Mas, em termos espirituais, o homem regride rumo ao abismo. Somente o Evangelho de Cristo é capaz de restaurar-nos plenamente. Por isso, o Senhor Jesus é o nosso Salvador pessoal. Sem Ele, a vida humana perde todo o sentido e o encanto.


Subsidio Teológico
A triunidade do homem
O home segundo Genesis 2.7, compõe-se se duas substâncias – a substância material, o corpo, e a substândia imaterial, a alma. A alma da vida ao corpo; e, quando a alma se retira, o corpo morre. 

O homem é composto por três sustâncias, corpo, alma e espírito (1 Tss 5.23; Hb 4.12). 
Sendo assim podemos dizer que o homem é composto por duas partes: a material e a imaterial. 

O espírito e a alma são distintos e inseparáveis, permeia e interpretam um ao outro. Por estarem tão interligados, as palavras “espírito” e “alma” às vezes se confundem (Ec 12.7; Ap 6.9), exemplo: espírito como alma (Mt 10.28); alma como espírito (Tg 2.26). Mas apesar dessa semelhança possuem significados distintos. 

Alma é o homem como vemos em relação a esta vida atual. Descrevem-se as pessoas falecidas como “almas” quando o escritor se refere a sua vida pregressa (Ap 6.9, 10; 20.4). 
Espírito é a descrição comum daqueles que passaram para outra vida (At 7.59; 23.9; Hb 12.23; Lc 23.46; 1 Pe 3.19). 

Quando alguém é arrebatado temporariamente para fora do corpo (2 Co 12.2), descreve-se isso como “tomado pelo Espírito”. 

Referência:
GEISLER, Norman. Eleitos, mas livres: Uma perspectiva equilibrada entre a eleição divina e o livre-arbítrio. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Vida, 2005. 318 p. v. 1. ISBN 85-7367-545-4. 
BUARQUE, Aurélio. Mini Aurélio: O Dicionário da língua Portuguesa. 8. ed. rev. atual. e aum. Curitiba: Positivo, 2017. 960 p. ISBN 987-85-385-4240-7.
PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. 1. ed. rev. e atual. São Paulo: Vida, 2006. 413 p. ISBN 978-85-7367-144-5.

Lição 3 - A natureza do ser humano

TEXTO ÁUREO 
“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts 5.23).

VERDADE PRÁTICA 
Nossa tríplice natureza — física, mental e espiritual — deve ser plenamente consagrada a Deus, para que o mundo veja, em nosso ser, a imagem e a semelhança do Criador.

Gênesis 1.26-28; 2.7. 
Gênesis 1
26 — E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.
27 — E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
28 — E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.

Gênesis 2
7 — E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.

Objetivos
- Mostrar a complexidade do ser humano;
- Elencar as características do corpo humano;
- Destacar a alma como o nosso elo com o mundo exterior;
- Relacionar o espírito com o nosso contato com Deus.
  
INTRODUÇÃO 
Na aula de hoje, estudaremos as partes que constituem a natureza humana. Veremos que o nosso ser, em virtude das partes que o compõem, é de tal forma maravilhoso, que chega a ser inexplicável (Sl 139.14). Além da substância física (o corpo), possuímos também uma substância imaterial (o espírito e a alma). Habilitou-nos Deus, assim, a relacionar tanto com o mundo físico quanto com o mundo espiritual.

O objetivo desta lição não é apenas explorar a natureza humana, mas levar você a consagrar inteiramente o seu corpo, a sua alma e o seu espírito ao Criador e Mantenedor de todas as coisas.

I. A COMPLEXIDADE DO SER HUMANO 
1. A natureza de Deus. Ao contrário do homem, Deus é um ser simples; possui uma única natureza. Por essa razão, Ele foi definido, pelo próprio Filho, como sendo espírito (Jo 4.24). Isso significa que, para existir, o Senhor não necessita, como nós, de uma natureza composta de corpo, alma e espírito. O Todo-Poderoso define a si mesmo como aquele que simplesmente é: “EU SOU O QUE SOU” (Êx 3.14). Ele existe por si mesmo (Jo 5.26).

2. A natureza dos anjos. Seres criados e finitos, os anjos possuem igualmente apenas uma natureza. Eles são descritos como espíritos (Hb 1.14). E, diferentemente de nós, não se reproduzem através do sexo (Lc 20.34-36). O corpo angélico é espiritual (1Co 15.44; Hb 1.14).

3. A natureza dos homens. Já os seres humanos possuem uma natureza, que pode ser descrita como dupla: uma física (o corpo) e uma espiritual (a alma e o espírito — 1Ts 5.23). Para vivermos neste mundo, necessitamos de nossa natureza completa. Se uma apartar-se da outra, morremos (1Rs 17.21,22).

II. AS CARACTERÍSTICAS DO CORPO HUMANO 
1. Materialidade. Ao contrário dos anjos — seres espirituais —, criados de uma só vez pela palavra divina (Sl 33.6), o homem — ser material e físico — veio à vida a partir de uma matéria já existente: a terra. Deus, pois, formou Adão, o primeiro genitor da humanidade, do pó de nosso planeta (Gn 2.7). O mesmo pode-se dizer de Eva, que, provinda do homem, possui a mesma substância deste (Gn 2.21,22). Desde a sua criação, o ser humano vem reproduzindo-se e enchendo a terra (Gn 1.28; At 17.26).

2. Visibilidade e tangibilidade. Envolto num corpo material, o ser humano pode ser visto e tocado. Aliás, a visibilidade e a tangibilidade (aquilo que se pode tocar) foram as provas que o Senhor Jesus apresentou a Tomé como evidências de sua ressurreição física (Jo 20.27). O discípulo incrédulo só veio a convencer-se da verdade depois de ter visto e tocado as feridas do Cordeiro de Deus (Jo 20.29).

3. Mortalidade. Apesar de material, o corpo humano foi criado com a possibilidade de manter-se vivo para sempre. Se não fosse o pecado, Adão e Eva estariam, hoje, entre nós (Gn 2.16,17). Mas, por causa de sua desobediência, morreram; o salário do pecado é a morte (Gn 5.5; Rm 6.23). O apóstolo Paulo ensina, porém, que, quando do arrebatamento da Igreja, o que é mortal revestir-se-á da imortalidade (1Co 15.53,54). O homem, portanto, foi criado imortal. Ou seja: com a possibilidade de viver para sempre, caso não houvesse pecado. Mas, quando recebemos a Jesus, como nosso Salvador, passamos a desfrutar, desde já, a vida eterna (Jo 3.15). Ele é Jesus Cristo, o Filho de Deus! Crer nisso depende a nossa eternidade.

III. ALMA, O NOSSO ELO COM O MUNDO EXTERIOR 
1. Alma e espírito são inseparáveis. Em nosso ser, alma e espírito acham-se tão unidos, que somente a Palavra de Deus pode alcançar-lhes a junção (Hb 4.12). Conforme veremos, a alma e o espírito formam a nossa substância imaterial. E cada um deles tem uma função específica em nosso ser.

2. A alma é a janela para o mundo exterior. Através da alma, o ser humano se expressa e tem acesso ao mundo que o cerca. Para que isso seja possível, a alma serve-se dos órgãos sensitivos (Lc 11.34). E, por intermédio destes, o homem carnal deixa-se atrair pelas concupiscências da carne e dos olhos (Tg 1.13,14; 1Jo 2.16). Por isso, o Senhor decreta: “A alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18.4). O pecado começa na alma e contamina o espírito e o corpo. Por isso o apóstolo recomenda a completa santificação de nosso ser (1Ts 5.23).

3. A separação da alma e do corpo gera a morte. A morte ocorre quando a alma separa-se do corpo. É o que nos mostra a narrativa da morte de Raquel, a esposa amada de Jacó (Gn 35.18). Saindo-lhe a alma, ela morreu. Quando isso ocorre, a alma dos justos é recolhida ao lugar de descanso, ao passo que a dos ímpios é aprisionada no inferno (Lc 16.20-31). Observe, pois, que a alma (juntamente com o espírito) permanece consciente até a ressurreição do corpo. Enfatizamos que a alma e o espírito são inseparáveis; são um único elemento de nossa imaterialidade.

IV. O ESPÍRITO E O NOSSO CONTATO COM DEUS 
1. O que é o espírito. Em termos simples, o espírito compõe, juntamente com a alma, a parte imaterial do ser humano. Embora distintos um do outro, não podem separar-se; somente a Palavra de Deus, como já vimos, é capaz de alcançar a divisão entre ambos (Hb 4.12). Em virtude de suas faculdades, o espírito humano atua como a sede de nossas afeições espirituais (Sl 77.3,6).

2. O elo entre o nosso corpo e Deus. É por meio de nosso espírito que nos comunicamos com Deus (Ap 1.10). Foi em seu espírito, portanto, que João recebeu a revelação do Apocalipse. Paulo, no serviço missionário, estava, no espírito, em comunhão com Deus e com os irmãos (1Co 5.4).

3. A sede de nossa comunhão com Deus. Através de nosso espírito, temos experiências e encontros com Deus (Sl 143.4,7). Eis a experiência do profeta (Is 26.9). Portanto, a verdadeira alegria divina manifesta-se, em primeiro lugar, em nosso espírito, pois é neste que todo o nosso ser consagra-se ao serviço divino (Sl 51.12; Rm 1.9). O nosso espírito tanto fala em mistérios quanto ora (1Co 14.2,14,16).
O espírito também pode abrigar o orgulho e a soberba (Pv 16.18). Por isso, quando o ímpio falece, o seu espírito (e também a alma, porquanto ambos são inseparáveis) é aprisionado até o julgamento final (1Pe 3.19).

CONCLUSÃO 
O homem é um ser tanto físico quanto espiritual. Por essa razão, Deus requer nossa completa e uniforme santificação (1Ts 5.23). Temos de ser santos no corpo, na alma e no espírito.
Jesus morreu e ressuscitou, a fim de que sejamos santos em todo o nosso ser. E, quando do arrebatamento da Igreja, apesar de nossas limitações, o Senhor nos revestirá da imortalidade e da incorruptibilidade.
Busquemos a santificação. Todo o nosso ser pertence a Deus. Somos o templo do Espírito Santo. Aleluia!

Lição 2 - A criação de Eva, a primeira mulher

TEXTO ÁUREO 
“E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada” (Gn 2.23).

VERDADE PRÁTICA
Na criação divina, a mulher é tão importante quanto o homem: ambos se completam e são igualmente importantes ao Reino de Deus.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Gênesis 2.18-25.
18 — E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele.
19 — Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todo animal do campo e toda ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome.
20 — E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo animal do campo; mas para o homem não se achava adjutora que estivesse como diante dele.
21 — Então, o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar.
22 — E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão.
23 — E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.
24 — Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.
25 — E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam.

Objetivos 
I. Apresentar a mulher no plano de Deus;
II. O Descrever a criação da mulher;
III. Apontar a missão da mulher.


INTRODUÇÃO
Nesta lição, mostraremos o lugar da mulher na criação divina e no âmbito familiar. Antes de tudo, declaramos que ela é um ser diferencial e complementar; uma bênção indispensável à criação divina. O Senhor, formando-a a partir da costela de Adão, designou-a para ser, em relação ao homem, uma companhia idônea e sábia.

Aos olhos de Deus, Eva era tão importante quanto Adão. Embora iguais, cada qual tinha uma missão específica a cumprir. Todavia, foi ao homem que Deus confiou a chefia do lar e o governo da Igreja. Mas, para que a missão do esposo e do pastor seja bem-sucedida, a participação de uma mulher virtuosa e cheia do Espírito Santo é imprescindível.

I. A MULHER NO PLANO DE DEUS 
A criação de Eva não foi um ato improvisado de Deus, para contornar a solidão do homem; a mulher sempre esteve nos planos divinos. Sendo ela, pois, uma pessoa necessária, o Senhor decidiu racionalmente criá-la a partir de Adão.

1. A mulher já estava nos planos de Deus. Quando, no sexto dia da criação, Deus anunciou a criação do ser humano, tinha Ele em mente tanto o homem quanto a mulher; sem esta ou sem aquele, a humanidade seria impossível (Gn 1.26).

2. A decisão de formar a mulher. A formação de Eva foi um ato mui particular de amor e bondade de Deus Pai para com o homem. Afinal, Adão é designado, na Bíblia, como filho amado e querido de Deus (Lc 3.38). Ao contemplar a solidão e a tristeza do homem, declarou o Pai Celeste: “Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele” (Gn 2.18).
Na criação da espécie humana (homem e mulher), o verbo fazer é usado, pela Divindade, na primeira pessoa do plural: “façamos” (Gn 1.26). Trata-se de uma decisão formalmente colegiada. Todavia, na formação de Eva, o Senhor usa o mesmo verbo, agora, na primeira pessoa do singular, no tempo presente: “far-lhe-ei”, realçando a iniciativa particular do Pai Celeste sempre amoroso, solícito e atento às necessidades de seus filhos (Mt 6.32).

3. A mulher, uma pessoa necessária. Se, por um lado, a mulher proveio do homem; por outro, todo homem (exceto Adão) provém da mulher (1Co 11.12). Portanto, há, entre ambos os sexos, harmonia e perfeita completude. O livro de Cantares é o mais perfeito exemplo da amizade entre os cônjuges.

II. A CRIAÇÃO DA MULHER 
A formação da mulher foi um ato mais elaborado e complexo do que a criação do homem, pois envolveu o uso de uma “anestesia” natural, um procedimento cirúrgico.

1. A primeira anestesia. Em primeiro lugar, o Criador, agora também cirurgião, coloca Adão para dormir. E, assim, o homem adormece profundamente (Gn 2.21).

2. A primeira cirurgia. Estando Adão já adormecido, Deus abre-lhe o peito e extrai-lhe uma das costelas. Em seguida, fecha-lhe a cisão com carne (Gn 2.21). A cirurgia é bem-sucedida; a plástica, perfeita (Jó 5.18). Deus conhece plenamente a nossa estrutura, porquanto é o nosso Criador (Sl 103.14). O seu Filho também é um perfeito cirurgião (Lc 22.50,51).

3. A primeira engenharia genética. Da costela extraída de Adão, o Senhor forma Eva, a primeira mulher (Gn 2.22). Aqui, como em toda a Bíblia, não temos nenhuma narrativa mitológica; trata-se de um relato histórico, real e confiável.

Observemos que, da costela de Adão, o Criador coleta o material genético ideal do homem, para a formação da mulher.

Salientamos que Deus não criou Eva como um clone de Adão. Antes, criou-a como uma pessoa autônoma e consciente de sua existência e missão no mundo.

III. A MISSÃO DA MULHER 
1. A missão de esposa. Qual gentil e solícito Pai, o Senhor Deus conduziu Eva, a primeira mulher, a Adão, que, ao recebê-la, compôs este poema: “Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada” (Gn 2.23).

Nessa missão, a mulher ajudará o esposo com os seus conselhos sábios e oportunos, com as suas orações e com o seu trabalho no gerenciamento da casa (Pv 31). Ela é a grande economista do lar. Mas, se a esposa não for sábia e idônea, acabará por destruir o esposo e os filhos com as próprias mãos (Pv 14.1).

2. A missão de mãe. Em relação aos filhos, a mulher, orientada e apoiada pelo esposo, é a real e a mais autorizada educadora dos filhos (Pv 1.8).

Na Igreja Primitiva, as irmãs Lóide e Eunice, respectivamente avó e mãe do pastor Timóteo, tornaram-se referências na educação e formação de filhos (2Tm 2.5). Sem o trabalho dessas mulheres, o apóstolo Paulo não teria condições de integrar o jovem à sua equipe missionária. Embora criado entre duas culturas, Timóteo recebeu uma formação cristã de excelência (At 16.1).

3. A missão como súdita do Reino de Deus. Ao lado de seus maridos, as santas mulheres poderão ajudar os que ainda não demonstram a esperada maturidade cristã. Haja vista o exemplo de Áquila e Priscila, os orientadores espirituais do erudito e eloquente Apolo (At 18.26).

CONCLUSÃO
O Senhor Deus criou a mulher com a nobre missão de auxiliar e complementar o homem. Juntos, formam a humanidade. Sozinhos e isolados, tendem a desaparecer. Por esse motivo, a missão da mulher cristã, à semelhança da esposa virtuosa de Provérbios, deve ser cumprida de acordo com a Palavra de Deus e sempre com o auxílio do Senhor (Gn 4.1).
A mulher, enfatizo, deve ser vista e tratada como coerdeira da vida eterna (1Pe 3.7).

Lição 1 - Adão, o Primeiro Homem

TEXTO ÁUREO 
“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre […] toda a terra” (Gn 1.26).

VERDADE PRÁTICA 
O homem não é um mero detalhe no Universo; o ser humano é a obra-prima de Deus, o Criador e Mantenedor de todas as coisas.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Gênesis 2.1-8. 
1 — Assim, os céus, e a terra, e todo o seu exército foram acabados.
2 — E, havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.
3 — E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera.
4 — Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus.
5 — Toda planta do campo ainda não estava na terra, e toda erva do campo ainda não brotava; porque ainda o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra.
6 — Um vapor, porém, subia da terra e regava toda a face da terra.
7 — E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.
8 — E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, da banda do Oriente, e pôs ali o homem que tinha formado.

OBJETIVOS 
I. Apresentar os conceitos e os objetivos da doutrina bíblica do homem;
II. Descrever a criação dos Céus e da Terra;
III. Mostrar a criação de Adão, o primeiro ser humano;
IV. Conscientizar a classe acerca da missão e da tarefa do homem.


INTRODUÇÃO 
O tema deste trimestre é a doutrina bíblica do homem. Com a ajuda de Deus, estudaremos o que a Bíblia Sagrada ensina a respeito do ser humano, a obra-prima da criação divina. 

Entre outros assuntos, enfocaremos a criação de Adão e Eva, a triste realidade do pecado, a experiência de nossos pais fora do Éden e a nossa própria redenção. E, por fim, mostraremos a glorificação eterna dos que receberam a Jesus Cristo — Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus.

Nesta lição, veremos o que é a doutrina bíblica do homem. Em seguida, consideraremos a criação do primeiro ser humano: Adão, a quem a Bíblia chama de filho de Deus (Lc 3.38 — ARA). Que o Divino Consolador nos ajude a compreender os mistérios da Bíblia Sagrada, a inspirada, a inerrante e a completa Palavra de Deus. Aleluia!

I. A DOUTRINA BÍBLICA DO HOMEM 
A doutrina bíblica do homem, entre outras coisas, busca responder a esta pergunta: “Que é o homem” (Sl 8.4). A fim de a conhecermos devidamente, teremos de defini-la, ver os seus fundamentos e estabelecer os seus principais objetivos.

1. Definição. A doutrina bíblica do homem é o ensino sistemático das verdades referentes ao ser humano, que encontramos nas Escrituras do Antigo e do Novo Testamentos. Essa disciplina, centrada na Bíblia Sagrada, tem como objetivo estabelecer o lugar do homem na Criação e no Reino de Deus.
No âmbito da Teologia Sistemática, ela é conhecida como antropologia que, em grego, significa literalmente o estudo do homem.

2. Fundamentos. O principal fundamento da doutrina bíblica do homem encontra-se, obviamente, na Bíblia Sagrada, nossa única regra infalível de fé prática.
Todavia, servimo-nos também, como fontes auxiliares, de nosso Credo, da Declaração de fé da Assembleia de Deus no Brasil e dos livros-texto devidamente aprovados pelas autoridades de nossa igreja.

3. Objetivos. Estes são os objetivos da doutrina bíblica do homem:
1) Responder às grandes perguntas do ser humano: Quem sou eu? De onde vim? O que represento? Qual a minha missão? E para onde vou?

2) Mostrar a dependência do homem em relação a Deus, o Criador e Mantenedor de todas as coisas;

3) Levar o homem a reatar a sua comunhão com Deus através de Jesus Cristo, o Homem Perfeito;

4) E consolar-nos quanto ao nosso destino eterno por meio do sacrifício de Jesus no Calvário — Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus. 

II. A CRIAÇÃO DOS CÉUS E DA TERRA 
Em primeiro lugar, Deus criou os Céus, a Terra e tudo o que neles há. E, só então, veio a formar o homem. Em sua infinita sabedoria, o Criador preparou-nos um lugar perfeito e agradável para habitarmos.

1. A criação dos Céus e dos anjos. A primeira coisa que Deus criou foram os Céus e, em seguida, os anjos (Gn 1.1; Sl 33.6). Depois de chamá-los à existência, o Senhor pôs-se a criar a Terra e tudo quanto nela se contém (Gn 1; Jó 38.1-11).

2. Deus a tudo criou com inigualável sabedoria. Sabiamente, o Pai Celeste, antes de formar o homem, criou a Terra, a fim de colocá-lo num planeta sustentável (Sl 104).
A forma como Deus agiu em toda a sua obra é enaltecida pelo autor sagrado (Pv 8). A sabedoria divina está patente em toda a criação (Sl 19.1-6). Por essa razão, todas as obras do Senhor são admiráveis, sublimes e ricas em variedades (Sl 104.24).

III. A CRIAÇÃO DE ADÃO, O PRIMEIRO SER HUMANO 
O homem não é um mero detalhe no Universo nem surgiu por acaso. O ser humano é o resultado de uma decisão amorosa, soberana e livre da Santíssima Trindade. Criado por Deus, a partir do pó da Terra, Adão tornou-se alma vivente.

1. O concílio da Divindade sobre a criação do homem. A criação do ser humano foi antecedida por um concílio da Santíssima Trindade: “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra” (Gn 1.26).

A formação do ser humano, repito, foi uma decisão amorosa, livre e soberana de Deus, o Criador e Mantenedor de todas as coisas (Ap 4.11).

2. Deus cria Adão, o primeiro ser humano. Em seguida, Deus criou o primeiro homem, do pó da Terra, para que nós, filhos de Adão, a tivéssemos não como mãe, como querem os ecologistas, mas para que nela habitássemos, e para que dela tirássemos nosso sustento (Gn 2.8,16,17).

Por acreditarmos piamente na literalidade do Gênesis, professamos que o ser humano é o resultado de um ato criativo de Deus, e não de um longo e fantasioso processo evolutivo, como ensinam dogmaticamente os evolucionistas. Tudo quanto existe (inclusive o homem) veio a existir como resultado de uma ordem expressa do Todo-Poderoso (Sl 148.5). O criacionismo bíblico é incompatível com o evolucionismo (2Co 6.14).

3. O homem torna-se alma vivente. Ao contrário dos animais, o homem foi criado direta e pessoalmente por Deus, para que refletisse a glória divina (1Co 11.7). Eis porque Adão tornou-se alma vivente (Gn 2.7). Deus nos chamou à vida com as faculdades necessárias tanto para termos comunhão com Ele quanto para relacionarmo-nos com os nossos semelhantes.

IV. A MISSÃO E A TAREFA DO HOMEM
Deus nos criou, para que desempenhássemos as seguintes tarefas: glorificá-lo, propagar a espécie e administrar o planeta.

1. Glorificar a Deus. O Senhor criou-nos, a fim de refletirmos a sua excelsa glória e majestade (1Co 11.7). Ao contrário dos animais, aves e peixes, o ser humano é o único ser vivo criado à imagem e à semelhança de Deus. Por esse motivo, toda vez que alguém, seduzido pelo Diabo, adora à criatura em lugar do Criador, atenta contra a santidade e a glória do Senhor (Rm 1.22,23).

Quando cumprimos a vontade de Deus, cumpre-se, em nós, esta consoladora promessa: “E serás uma coroa de glória na mão do Senhor e um diadema real na mão do teu Deus” (Is 62.3).

2. Propagar a espécie. Deus ordenou também ao homem a deixar a casa dos pais, e unir-se à sua esposa, a fim de multiplicar e preservar a espécie humana (Gn 1.28; 2.24). Multiplicar a raça humana é uma obrigação do ser humano; a povoação do planeta glorifica o nome de Deus e cumpre o propósito divino quanto à plenitude de seu Reino em todos os âmbitos da criação.

Deus tem um forte compromisso com a família genuinamente bíblica: heterossexual, monogâmica e indissolúvel. Leia, juntamente com a sua esposa e filhos, o Salmo 128. Uma família bem constituída é uma bênção à Igreja e a toda a nação.

3. Governar e administrar o planeta. Deus, em primeiro lugar, criou a Terra e tudo o que nela há (Gn 2.1). Em seguida, criou Adão que, tendo por lar o Jardim do Éden, recebera como tarefa inicial dar nome a todos os animais e guardar o paraíso (Gn 2.15,19).

A partir daí, o homem haveria de adquirir a experiência necessária para governar e administrar toda a Terra (Gn 1.26). Ele passaria a extrair do solo, do qual fora tirado, tudo quanto viesse a necessitar. Que tudo, pois, seja consagrado para a glória e a honra do nome de Deus.

CONCLUSÃO
 Acredito que, nesta lição, conseguimos responder a esta pergunta formulada pelo autor sagrado: “Que é o homem?”. Antes de tudo, o ser humano é a obra-prima de Deus. Fomos chamados à existência para glorificar o seu grande e tremendo nome.
Glória a Deus! Aqui estamos para cumprir-lhe a vontade, refletir-lhe a glória e trabalhar como humildes e sábios obreiros em sua grande e imensa vinha.
A Deus toda a glória.